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Sete perguntas ao poeta Georgio Oliveira
Sete perguntas ao poeta Georgio Oliveira.
[Paulo] 1- qual a sua definição de poesia? Ela por si só se define, pois é arte, e arte é forma e forma é poder. Assim quem utiliza-se do fazer poético deve por excelência ter cuidado ,pois re-criar a suma arte é ser o ser “ antena do mundo” assim as poesia a vejo como o re-flexo do homem em sua mais pura forma.
[Paulo] 2- quais são as suas influências? Drummond ,Ferreira Gullar , Omar kayyant, Rimbaud, T.S.Elliot, Safo , Baudelaire Li Pó, To Fu , .Leio outros poetas atuais como: Mayrant Gallo , Roberval Pereyr , Antonio Brasileiro, Paulo Correia, Adriana Zaparroli, o cotidiano.
[Paulo] 4-Qual a sua relação com o nada, tema recorrente em sua poesia? O nada , por incrível que pareça, e algo com que eu sempre lido, por achar ser algo onde todas as coisas pousem e caibam, sem ser tão “gangarizadas” pelo apelo consumista que toma inclusive alguns dos que escrevem poesia hoje, onde vender é o que importa .Alem do mais , estar em contato com o “nada”, é estar em contato com o ser em sua essência primordial, onde agradar ou não é apenas um detalhe assim vivo eu com o nada .
[Paulo] 5-você como poeta emergente como vê a nova produção poética na Bahia e no Brasil? Apesar das ondas que temos que enfrentar, encaro otimista a produção literária aparece em ordem crescente, provando que o lucro não é o que move a poesia no Brasil. As oportunidades quando não aparecem as criamos. Os blogs literários estão ai para sanar as oportunidades que faltam aos menos favorecidos. O movimento literário é intenso nos “buracos’ onde freqüento , a universidade proporciona o encontro com o pessoal que escreve ,eu estou sempre buscando a oportunidade de produzir e acompanhar a produção por onde ando, o contato com poetas de outros estados também me da uma definição de como a poesia se desenrola no Brasil ,a informalidade ainda é o meu ninho por enquanto .
[Paulo] 6-defina Georgio Oliveira? Talvez esta seja a pergunta mais difícil que já me fizeram. Definir alguém é tomar-lhe a oportunidade de estar em eterna transformação. Mais vai lá: (possa ser que apos terem respondido isto eu já tenha mudado novamente) Talvez quem me leia nem consiga associar texto e pessoa, sou um misto de autóctone e paladino, vivo sempre transitando entre a sapiência e a loucura do dia a dia, e sem perder tempo cuido do dia antes que ele acabe e deite suas sombras pra parir um novo dia.
Escrito por Nome às 14h53
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